Vozes da Educação 5005, deputada federal. As professoras vão ocupar Brasília.
Anna Karina, Érica Pontes, Liana Matias e Rebeca Veloso com o número 5005

AS PROFESSORAS VÃO OCUPAR BRASÍLIA.

  • feministas
  • antirracistas
  • ambientalistas
  • anticapitalistas
  • por toda forma de amor

Deputada Federal · Ceará · 2026 · PSOL 50 · Nº 5005

Somos Vozes da Educação

“Ninguém aprende sozinho. Ninguém ensina sozinha.”

Vozes da Educação

Somos quatro professoras feministas da rede estadual de ensino do Ceará em uma candidatura coletiva. Quatro mulheres que conhecem a educação pública por dentro, vivem o cotidiano da escola e sabem o que significa estar, todos os dias, em sala de aula.

Queremos levar para Brasília a voz de quem está no chão da escola. Porque defender a educação também é escutar quem a constrói todos os dias. E porque, em 2026, não dá para pensar o futuro da escola sem ouvir quem está nela agora.

Por que Vozes?

Porque não existe uma luta só.

Nossa candidatura nasce da educação, mas se soma a muitas outras lutas: das mulheres, das trabalhadoras e dos trabalhadores, da população negra, da comunidade LGBTQIA+, da juventude e de todas as pessoas que acreditam em um país mais justo.

Não queremos falar por essas lutas. Queremos estar com elas e ser mais um instrumento para que suas vozes cheguem mais longe.

Por que deputada federal?

Porque muitas das mudanças que queremos ver não se fazem apenas dentro da escola. Elas também passam pelas leis, pelo orçamento e pelas decisões tomadas em Brasília.

Não cabe a uma deputada federal executar todas essas transformações. Mas cabe a quem ocupa esse espaço legislar, fiscalizar e assumir o compromisso de lutar para que elas aconteçam.

E também é preciso ocupar a política. Das 513 cadeiras da Câmara dos Deputados, menos de uma em cada cinco é ocupada por mulheres. No Ceará, das 22 vagas, apenas três são de deputadas. Não podemos aceitar essa desigualdade como normal.

Por que coletiva?

Porque a força não está em uma só.

Está nas quatro juntas, compartilhando ideias, experiências, responsabilidades e o mesmo número. Está na construção coletiva de uma candidatura que entende que ninguém transforma a política sozinha.

Somos quatro professoras, quatro trajetórias e muitas vozes. Juntas, queremos fazer da política um espaço mais coletivo, mais plural e mais parecido com quem está do lado de fora dela.

01

Menos de 1 em cada 5 deputados federais é mulher (posse de 2023) — no Ceará, só 3 de 22

02

Mais de 65 mil professores da rede pública se afastam por ano por causa da saúde mental — 7 em cada 10 sentem ansiedade, estresse crônico ou depressão

03

No Ceará, mais de 6 em cada 10 professores da rede pública são temporários

04

No Ceará, metade dos municípios apresentam pendência ou descumprimento do piso salarial do magistério

Entenda o nosso movimento

Como funciona a candidatura coletiva

Só um nome vai para a urna. Mas quem chega a Brasília não chega sozinha.

O número 5005 carrega o nome de Anna Karina, nossa cabeça de chapa. Mas essa candidatura é construída por quatro: Anna, Érica, Liana e Rebeca.

Desde o primeiro dia, dividimos a campanha, construímos propostas e decidimos juntas os caminhos da candidatura e do mandato. Não é uma professora com três apoiadoras. Somos quatro professoras, com trajetórias, experiências e conhecimentos diferentes, compartilhando a responsabilidade de construir esse projeto.

Na prática, isso significa que as decisões não partem de uma cabeça só. Cada uma de nós contribui com aquilo que conhece, vive e domina, e é justamente dessa troca que nasce a força da candidatura.

Porque a experiência que queremos levar ao Congresso também não é a experiência de uma pessoa só. São quatro trajetórias dentro da mesma rede pública, quatro olhares sobre a educação e a certeza de que a política pode e precisa ser construída coletivamente.

As vozes

Cada uma carrega uma pauta com mais intensidade, mas educação é o território comum a todas.

Professoras e co-deputadas federais do Ceará
  1. Retrato da professora Anna Karina

    professora, feminista, mãe atípica

    Professora Anna Karina

    Professora de História da rede estadual, mestra em Educação pela URCA e em Sociologia pela UFC. Já foi vereadora suplente em Fortaleza. Cabeça de chapa, é o nome que aparece na urna pelas quatro.

    @prof.annakarina
  2. Retrato da professora Érica Pontes

    professora, ambientalista, mãe de menino

    Professora Érica Pontes

    Mulher negra, mãe, professora da rede estadual do Ceará. Licenciada em Geografia e Pedagogia, mestra e doutora em Geografia, colaboradora do Mestrado Profissional em Climatologia da UECE.

    @ericapontes50
  3. Retrato da professora Liana Matias

    professora, antirracista, mãe de menina

    Professora Liana Matias

    Fortalezense, mãe, mulher negra, atriz e professora. Formada em Teatro, Artes Plásticas e Pedagogia, tecnóloga em Artes Cênicas e pós-graduada em Cultura Africana.

    @lianabmatias
  4. Retrato da professora Rebeca Veloso

    professora, anticapitalista, LGBT

    Professora Rebeca Veloso

    Professora de Matemática da rede estadual, doutoranda em Educação pela UFC. Feminista, comunista e ecossocialista, militante do coletivo Anticapitalistas dentro do PSOL.

    @becaveloso

Arraste para o lado para conhecer as quatro vozes.

Perfil 1 de 4: Professora Anna Karina

As nossas ideias

Pautas que vêm do chão da escola, não do gabinete

Nossa candidatura nasce da escola, mas não termina nela.

São cinco frentes que se conectam com muitas outras lutas e sustentam nosso projeto de mandato coletivo que queremos levar para Brasília: educação pública, defesa da vida e dos direitos das mulheres, a luta contra opressão, a justiça climática e defesa de um futuro digno para todos que vivem do seu próprio trabalho.

Nosso programa

Os 50 compromissos

Os nossos 50 compromissos não nasceram do nada, e não pretendem ser uma lista fechada.

Eles são fruto do acúmulo de diferentes lutas, coletivos e iniciativas com os quais nos identificamos e que ajudam a construir o projeto de país que defendemos.

Entre as referências estão a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, a Articulação Nacional de Agroecologia, a Meu Voto Será Feminista e a Bancada da Esquerda Radical. Também retomamos compromissos apresentados pela Coletiva Vozes Feministas em 2022, que continuam atuais e necessários.

Somam-se a eles as propostas do Programa do PSOL e os compromissos construídos a partir da nossa própria experiência e da nossa participação nas lutas por uma educação pública, democrática e socialmente referenciada.

São 50 compromissos, muitas lutas e uma certeza: o nosso programa é feito para transformar a vida real.

01Eixo 1 · 10 compromissos"Educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo." — Paulo Freire
  1. 01

    Nenhuma criança ou jovem fora da escola. Por um plano de construção e fortalecimento da rede de creches, escolas e universidades públicas por todo o país. Direito de acesso e permanência nas universidades e institutos federais para as filhas e filhos da classe trabalhadora.

  2. 02

    Revogação do Novo Ensino Médio e construção de um projeto de ensino médio e de um currículo com a participação das professoras e dos professores e estudantes.

  3. 03

    Escola não é quartel! Educação não é mercadoria! Fim do projeto de militarização de escolas. Desmilitarização daquelas que passaram por este processo, com política de atenção especial na transição, de forma a reconstruir valores democráticos. Fortalecimento da educação pública, gratuita e de qualidade, contra a privatização e mercantilização da educação. Pela expansão do atendimento e do financiamento público para a educação pública.

  4. 04

    Educação domiciliar (homeschooling) nunca será alternativa para a escola e quem propõe isso é inimigo da educação, da infância e da juventude. Nenhuma tolerância com quaisquer projetos cuja intenção é propagar a intolerância, o ódio, o preconceito, a segregação, o racismo, o sexismo e a LGBTfobia.

  5. 05

    Valorização de todos e todas profissionais de educação, sobretudo professoras e professores. Estruturação de planos de carreira, garantia de formação inicial e continuada, e oferta de condições adequadas de trabalho e de saúde laboral.

  6. 06

    A Lei do Piso Nacional Profissional do Magistério Público não está garantida, sendo questionada a todo momento por muitos governos estaduais e prefeituras. No Ceará, metade dos municípios apresentam algum tipo de pendência ou descumprimento. Até por isso, a federalização da carreira do magistério público é uma pauta inadiável e, junto com ela, o aumento do tempo de planejamento de 1/3 para 1/2 da carga horária de professoras e professores.

  7. 07

    Saúde mental importa! O Brasil acumula mais de 65 mil afastamentos anuais de professores e professoras da rede pública, por transtornos de saúde mental. Estudos da Fiocruz e de fundações educacionais indicam que cerca de 7 em cada 10 professores ou professoras apresentam sinais de ansiedade, estresse crônico, depressão ou burnout. É inadiável o debate para reduzir o número de estudantes por turma; adequar o tamanho das salas de aula; reduzir a sobrecarga burocrática; instituir mecanismos contra o assédio moral; pactuar protocolos rígidos contra a violência intraescolar e desenvolver uma rede de acompanhamento psicológico e acolhimento de professoras e professores, e também de estudantes.

  8. 08

    Professoras e professores temporários sustentam a educação pública no país. Mais de 50% da rede pública no país é de contratos temporários. No Ceará, mais de 6 em cada 10 professores são contratados em regime de contrato temporário. A contratação temporária deve retornar à sua finalidade constitucional originária: atender apenas a casos de excepcional interesse público e, ainda assim, garantindo que esses contratos assegurem direitos trabalhistas básicos como remuneração equivalente à jornada do cargo correspondente; remuneração por titulação e férias proporcionais acrescidas do terço constitucional.

  9. 09

    Promoção da criação e do fortalecimento de grêmios livres estudantis e outros coletivos de estudantes; associação de mães, pais e responsáveis; e conselhos escolares, assegurando-lhes autonomia, pluralidade, participação efetiva, espaços adequados e condições de funcionamento nas escolas.

  10. 10

    Defender a universidade pública é um dever e obrigação! E só é possível defendê-la lutando pela recomposição orçamentária das instituições, pela reestruturação da carreira docente, pela reposição das perdas inflacionárias acumuladas, pela reposição de vagas por meio de concursos públicos tanto para professoras e professores efetivos como para técnicos administrativos em educação (TAEs).

02Eixo 2 · 10 compromissosMulheres vivas: por direitos reprodutivos, educação sexual e maternidade como um direito.
  1. 01

    Mulher sabe votar e precisa ser eleita! Defesa da democracia contra os ataques da extrema-direita misógina! Criação de cota de mulheres no parlamento rumo à paridade de homens e mulheres no Congresso Nacional e em todas as instituições públicas. Fim da violência política de gênero.

  2. 02

    Combate sem trégua à epidemia do feminicídio que tem tomado conta do país. Criminalização da misoginia, da machosfera e de toda cultura de inferiorização de mulheres. Queremos mulheres vivas! Queremos, que parem de nos matar e não simplesmente que os assassinos sejam presos.

  3. 03

    Defender e ampliar o projeto Casa da Mulher Brasileira, em todo o país, especialmente fora das capitais, como espaços de acolhimento provisório para mulheres vítimas de violência.

  4. 04

    Garantir dignidade menstrual às mulheres e corpos que menstruam. Garantia de acesso gratuito e contínuo a produtos menstruais, como: absorventes descartáveis, absorventes reutilizáveis, coletores menstruais, calcinhas absorventes e produtos adequados para diferentes fluxos, idades e condições de saúde. Educação sobre funcionamento do ciclo menstrual que alcance meninas, meninos e profissionais da escola, para combater bullying, constrangimento e desinformação.

  5. 05

    Defender os direitos reprodutivos de todas as mulheres. Educação sexual para previnir; métodos contraceptivos para não engravidar; aborto legal e seguro para não morrer. Criança não é mãe e estuprador não é pai.

  6. 06

    Por uma educação antissexista, com promoção das identidades de gênero e com igualdade de gênero e de orientação sexual, que garanta a retomada das políticas de formação docente e de todo o corpo escolar.

  7. 07

    Somente o SIM é SIM. Combater o assédio, a importunação sexual e a violência de gênero. Campanhas públicas permanentes de combate a estereótipos machistas e de culpabilização das vítimas. Protocolos para identificar e interromper rapidamente situações de assédio em bares, casas noturnas, transportes e estádios, com a devida responsabilização de organizadores que se omitem. Reconhecimento da violência digital de gênero como uma forma específica de violência contra mulheres.

  8. 08

    Pelo direito à maternidade: Ninguém deve ser forçada a ser mãe, mas quem deseja, deve ter condições materiais e atendimento de saúde para isso. A maternidade não deve destruir a carreira, os estudos ou a renda de uma mulher. Queremos pré-natal acessível e humanizado; atendimento no puerpério; redução da mortalidade materna, com atenção especial às mulheres negras e periféricas. Pelo fim da violência obstétrica! Pela ampliação e equiparação das licenças parentais, licença-maternidade para diferentes formas de família e extensão de direitos a mães não gestantes em famílias homoafetivas.

  9. 09

    Revogação da Lei de Alienação Parental (Lei nº 12.318/2010): Lutar pela revogação integral de uma legislação que, na prática, tem sido instrumentalizada para invalidar denúncias de abuso sexual e violência doméstica, revitimizando mães e colocando crianças em situação de vulnerabilidade.

  10. 10

    Igualdade salarial real e combate ao assédio no trabalho: Exigir o cumprimento rigoroso da Lei de Igualdade Salarial entre homens e mulheres, no exercício da mesma função. Fortalecer a fiscalização trabalhista, punindo o assédio moral e sexual no ambiente do trabalho e combatendo a divisão sexual do trabalho.

03Eixo 3 · 10 compromissosContra toda forma de opressão: Abaixo o racismo, a lgbtfobia, o capacitismo!
  1. 01

    Impulsionamento de uma agenda antirracista que promova a reparação histórica às pessoas negras, a consciência social quanto à natureza estrutural do racismo e a criação de políticas públicas concretas de enfrentamento desta violência.

  2. 02

    Garantia do princípio constitucional de liberdade de crença. Defesa da adoção de medidas eficientes de combate à intolerância religiosa e ao racismo religioso.

  3. 03

    Amar alguém só pode fazer bem. Lutar pela garantia dos direitos à identidade; de ir e vir; acesso à educação, à saúde integral, à empregabilidade e à representatividade das pessoas LGBTQIAPN+.

  4. 04

    Por políticas de acolhimento, moradia e inclusão social para as pessoas LGBTQIAPN+ expulsas de casa e/ou em situação de rua.

  5. 05

    Construção de uma política nacional de pessoas com deficiência, caracterizada como política de estado, e que seja popular, democrática, anticapacitista e inclusiva.

  6. 06

    Política de saúde pública para as populações vulnerabilizadas, como indígenas, quilombolas, pescadores e pescadoras artesanais, marisqueiras e pessoas ligadas à agroecologia, acompanhado de uma política nacional de atenção à saúde da população negra, da população em situação de rua, das LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência.

  7. 07

    Fortalecimento das políticas de ações afirmativas com condições efetivas para a plena implementação da Lei de Cotas e introdução das cotas trans para todas as universidades e institutos federais.

  8. 08

    Educação anticapacitista e inclusiva: garantir que todas as escolas estejam preparadas para pessoas com deficiência, TEA/TGD e altas habilidades, promovendo a cidadania e a inclusão intersetorial. Ampliação e fortalecimento dos profissionais da educação para garantir que esse modelo de educação seja implementado sem sobrecarga, superexploração nem precarização.

  9. 09

    Combate ao capacitismo estrutural e garantia de acessibilidade pedagógica: Lutar pelo fim das barreiras arquitetônicas e pedagógicas nas instituições públicas, assegurando financiamento público para recursos de tecnologia assistiva, materiais adaptados e condições dignas de aprendizagem.

  10. 10

    Proteção e valorização da juventude periférica e negra: Enfrentar o genocídio da juventude negra com o fim da letalidade policial e a implementação de políticas públicas transversais de cultura, esporte, lazer e empregabilidade nas periferias e no interior.

04Eixo 4 · 10 compromissosDesmatamento zero; soberania popular na mineração; direito à água; Responder à emergência climática.
  1. 01

    Enfrentamento à emergência climática, com foco no Ceará e no Semiárido Nordestino: Propor políticas de convivência com o semiárido, fundamentadas nas tecnologias sociais e na economia ecológica, garantindo segurança hídrica, proteção da caatinga e combate à desertificação, que atinge a população trabalhadora rural.

  2. 02

    Chega de chuva de veneno. Proibir a pulverização aérea de agrotóxicos, por drones e aviões em todo o território nacional. Estabelecer zonas de proteção para escolas, casas e áreas agroecológicas. Revogar leis estaduais que fragilizaram proibições existentes. Implementar o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos e garantir orçamento e governança social para sua execução efetiva, com metas progressivas, taxação dos agrotóxicos e proibição, no Brasil, de substâncias banidas em outros países.

  3. 03

    Regulamentação socioambiental e soberania energética na infraestrutura digital e Datacenters: Exigir licenciamento ambiental rigoroso; limites éticos de consumo de água e energia e controle popular sobre a instalação de grandes datacenters e infraestruturas tecnológicas, impedindo o extrativismo de recursos naturais públicos para o lucro privado.

  4. 04

    Justiça climática e enfrentamento ao racismo ambiental. Garantir a implantação de estratégias de mitigação e adaptação climática, com políticas e financiamento baseados em fomento, não apenas em crédito; proteção de áreas de risco e sistemas de alerta para populações vulneráveis. Regulamentar a consulta prévia, livre e informada das comunidades e povos diante de grandes projetos de infraestrutura, respeitando e implementando as decisões comunitárias.

  5. 05

    Por uma política de educação ambiental que estimule o respeito e a defesa da natureza; que defenda a transição ecológica, a sustentabilidade socioambiental e o enfrentamento às mudanças climáticas; que enfrente o racismo ambiental, numa luta diária em defesa da justiça ambiental, através da educação formal e informal.

  6. 06

    Combate ao desmatamento em todos os biomas brasileiros. Retomar a fiscalização à atividade agropecuária, à grilagem de terras e aos crimes ambientais. Garantir a demarcação de unidades de conservação da natureza.

  7. 07

    Reverter a legislação de privatização da exploração do petróleo e da Petrobrás e sua entrega ao mercado. Petrobrás 100% pública, democraticamente gerida, transparente e voltada ao desenvolvimento de energias renováveis.

  8. 08

    Ruptura com o modelo predatório, dependente e assassino da mineração praticado no país. Acabar imediatamente com o projeto de exploração de materiais radioativos no país, tais como o de Santa Quitéria no Ceará e de Caetité na Bahia.

  9. 09

    Defesa das comunidades tradicionais, populações indígenas e quilombolas, e seu reconhecimento como verdadeiros guardiões do meio ambiente. Respeito às culturas e tradições desses povos. Demarcação Já!

  10. 10

    Defender a agroecologia e a hidroecologia, fortalecendo e fomentando a agricultura familiar. Rejeição a acordos de livre-comércio como o Mercosul–União Europeia.

05Eixo 5 · 10 compromissosPrioridade ao povo trabalhador que ergue e sustenta esse país
  1. 01

    Revogaço das reformas dos governos Temer e Bolsonaro que continuam prejudicando o povo brasileiro. Revisão das reformas trabalhista e da previdência, para garantir a retomada de todos os direitos roubados do povo trabalhador.

  2. 02

    Fim do teto dos gastos: educação, saúde, previdência, geração de emprego, segurança, cultura, transporte e moradia não são gastos, são investimento no povo trabalhador.

  3. 03

    Fim da escala 6x1 sem redução de salários e rumo a escala 4x! Combate sem trégua à precarização da vida e do trabalho. Garantia de direitos aos trabalhadores e trabalhadoras de plataforma: com férias, 13º e demais direitos, por meio de fundo financiado pelas próprias plataformas.

  4. 04

    Redução dos impostos sobre o consumo (que afetam mais os pobres) e ampliação da tributação sobre grandes fortunas, heranças e a renda dos mais ricos.

  5. 05

    Reestatizar as grandes empresas construídas pelo povo brasileiro e entregues ao grande capital, como a Eletrobrás, refinarias e distribuidoras, garantindo as necessidades do povo brasileiro e não de um punhado de ricos. Defender e ampliar os recursos e serviços do SUS e garantir condições dignas das trabalhadoras e trabalhadores da saúde pública. Impedir a privatização dos Correios e dos bancos públicos brasileiros.

  6. 06

    Fim das emendas parlamentares que sequestram recursos do orçamento público, que deveriam ser investido em benefício de todo o povo brasileiro e, no lugar disso, acabam favorecendo a base de parlamentares, principalmente do Centrão, com o intuito seja de manter currais eleitorais, seja para desviar verbas para enriquecimento ilícito.

  7. 07

    Empregos dignos e salário mínimo valorizado, com ganhos acima da inflação. Conquistar a renda mínima, com valor reajustável acompanhando o custo de vida. Apoiar a luta dos catadores/as de materiais recicláveis por reconhecimento como trabalhadores/as da limpeza urbana e remuneração digna.

  8. 08

    Terra para plantar, água limpa para beber e casa digna para morar. Reforma Agrária Popular e Agroecológica. Garantia de acesso à água limpa e ao esgotamento sanitário como um direito humano, básico e fundamental. Reforma urbana com a reestruturação fundiária, construção e distribuição de moradias populares com a devida infraestrutura para garantir dignidade aos seus proprietários. Fim dos despejos violentos promovidos pelo Estado, contra populações carentes e desprotegidas.

  9. 09

    Comida para quem tem fome. O Brasil saiu do mapa da fome, mas em torno de 6,4 milhões de brasileiras e brasileiros permanecem em situação de insegurança alimentar grave, sendo 2,9 milhões somente no Nordeste. Pela ampliação da política de cozinhas solidárias, distribuição de cestas básicas e gás de cozinha para as famílias afetadas pela fome.

  10. 10

    Soberania popular e cooperação entre os povos. O Brasil e a América Latina não podem ser quintal dos EUA, como quer Donald Trump, ou de qualquer outro país imperialista. Exercer a soberania também exige do Brasil a capacidade de estimular a cooperação e solidariedade entre os povos do Sul Global. Defendemos, entre outras coisas, o fim do criminoso bloqueio de Cuba e que o povo palestino tenha direito a sua terra, sua vida e sua dignidade.

"O que defende as Vozes da Educação"

Podcast · Sala das Professoras

Anna Karina, Érica Pontes, Liana Matias e Rebeca Veloso reunidas para o Sala das Professoras

Para ouvir

Sala das Professoras

Um espaço para as quatro falarem, e para a educação sair da sala de aula e entrar na conversa.

No Sala das Professoras, Anna, Érica, Liana e Rebeca conversam sobre educação, política, Brasil e Ceará a partir de quem vive a escola pública todos os dias.

A cada semana, um novo episódio para discutir temas que atravessam nosso projeto: piso salarial, antirracismo, diversidade, justiça climática, os desafios da educação pública e, claro, os bastidores de construir uma candidatura coletiva.

Toda semana, uma conversa em quatro vozes.

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